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Imigrantes podem comprar casa nos EUA? Descubra!

Imigrantes podem comprar casa nos EUA? Descubra!

Imigrantes podem comprar casa nos EUA? Descubra!

Visitar “a terra do tio Sam” é a vontade de muita gente. Imagine então comprar casa nos EUA — um sonho! De acordo com o estudo Profile of International Transactions in U.S Residential Real Estate 2019, em um ano, mais de 183 mil estrangeiros investiram um total de U$ 77, 9 bilhões de dólares na aquisição de imóveis nos Estados Unidos. É interessante pontuar que o Brasil aparece na lista dos 8 países que mais possuem compradores de residências americanas.

Mas como conseguir um “lugar ao sol” nesse mercado imobiliário tão cobiçado? Quais são as fases que levam a essa conquista? Neste artigo, apresento dicas valiosas. Acompanhe!

Quais são os passos para comprar casa nos EUA?

Comprar casa nos EUA é um processo que deve ser feito com base em muita pesquisa. Infelizmente, o caminho até a realização desse sonho pode ser longo, mas no fim certamente trará muita satisfação. Além disso, existe a possibilidade de lucrar com o aluguel do imóvel. A seguir, elenco os principais passos para você “balançar as chaves” da sua moradia americana.

Escolha do imóvel

A primeira etapa envolve a escolha da localização e do próprio imóvel. Para aqueles que desejam um estilo de vida mais tranquilo, os bairros suburbanos são os mais indicados. Normalmente, esses lugares são bem cuidados, com belos parques e segurança para criar filhos. Além disso, as escolas costumam ser impecáveis.

Porém, um ponto negativo pode ser a distância entre o endereço residencial e os centros comerciais nos quais encontram-se mercados, restaurantes, lojas etc. Por esse motivo, muitos dos moradores dessas áreas possuem carro. No entanto, quem deseja um imóvel nas metrópoles conhecerá um cotidiano totalmente diferente.

Por exemplo, a famosa Manhattan, em Nova York, é um modelo do que se vê em outras grandes cidades americanas: trânsito, arranha-céus, ruas cheias de pessoas e um forte centro comercial. Em vista disso, é mais fácil o acesso à escolas, pontos comerciais e hospitais.

Outro ponto a considerar é o tamanho da moradia. Como é de se esperar, os grandes centros não possuem grandes ofertas de espaço. Sendo assim, os apartamentos compactos são o tipo mais comum de moradia. Já nos subúrbios, casas de vários tamanhos e com área externa são encontradas com facilidade.

Por isso, dependendo do tamanho da família, o ideal é optar pelos bairros mais afastados das grandes cidades. Segundo a pesquisa que citamos no início deste artigo, 48% dos estrangeiros preferem comprar casas nos subúrbios e 29% em grandes centros. Fica claro, então, que esses lugares são uma boa opção a considerar.

Uma dúvida compartilhada por muitos interessados em comprar casa nos EUA é entender como calcular o “square feet” (sistema de metragem americana). Para converter esses números para nosso velho conhecido metro quadrado, basta dividir a quantidade de square feet, encontrado na descrição do imóvel, por 10,7. Quer um caminho mais fácil? Procure na internet sites que tenham uma calculadora online para essa conversão.

Processo de documentação

Felizmente, a exigência de documentação para a comprar de um imóvel é menos burocrática do que no Brasil. Os documentos que precisam ser apresentados por quem deseja pagar à vista são:

  • cópia do passaporte;
  • comprovante do preço de compra da moradia (extrato bancário, demonstrativo de aplicação financeira ou declaração do imposto de renda).

Já nas aquisições feitas por meio de um financiamento, o volume de documentações é maior. Será preciso possuir uma conta bancária no país, além de fornecer:

  • cópia do passaporte;
  • cópia dos dois últimos anos da declaração do imposto de renda;
  • carta do contador;
  • cópia dos três últimos extratos bancários;
  • prova de valores (preço da entrada, das prestações do financiamento, conta ou aplicação bancária).

Realização do pagamento

É importante abrir uma conta bancária nos Estados Unidos para a transferência de valores financeiros. Sendo assim, o comprador consegue enviar dinheiro para sua conta pessoal por meio de uma remessa patrimonial. Essa movimentação é realizada dentro das diretrizes do Banco Central do Brasil (BACEN).

Não há cobrança de impostos nessa transação. Contudo, o BACEN exige que a conta estrangeira esteja na mesma titularidade da brasileira. Quando o valor transferido é depositado na conta nos EUA, o comprador fará uma segunda movimentação. Dessa vez, a quantia será aplicada na conta “escrow” de um cartório americano.

Depois disso, é feita a análise legal do imóvel e do vendedor. Finalizada essa etapa, o cartório prepara a documentação para transferência de propriedade, recolhe a assinatura do vendedor e o pagamento. Normalmente, a compra e venda de imóveis é feita pelas “Titles Companies” (empresas compostas de advogados licenciados para a legalização de transações imobiliárias).

Em contrapartida, quando o comprador escolhe o financiamento, é necessário encontrar um banco que ofereça crédito para estrangeiros e se enquadrar nos requisitos apresentados. No geral, as instituições pedem de 30% a 40% de entrada e parcelam o restante da dívida em até 30 anos.

Quanto aos juros, a taxa é fixada no primeiro triênio e reajustada anualmente. Atualmente, o percentual da taxa de juros dos financiamentos imobiliários americanos está em torno de 4% a 5%.

A oferta de locação

Algumas pessoas desejam comprar casa nos EUA com a intenção de alugá-la. Esse é um tipo de investimento rentável, pois o país recebe muitos imigrantes que pretendem estudar, trabalhar ou fixar residência. Sendo assim, há um bom público-alvo. Mas qual seria o retorno sobre o investimento (ROI)?

O que vejo no mercado de alugueis americano é a contratação de imobiliárias para a gestão dos contratos. Isso é perfeitamente aceitável, visto que estamos falando de investidores que moram no estrangeiro. Geralmente, essas empresas cobram uma taxa de 10% a 15% do valor da locação para administrar um imóvel.

Segundo o Global Property Guide, o proprietário de um apartamento de 120 metros quadrados na cidade de Nova York, recebe 2,91% de rendimento bruto anual com a locação. Essa é uma média que pode aumentar ou diminuir de acordo com a localização e o tipo do imóvel.

Devido a esses fatores mais complexos, é essencial procurar o auxílio de profissionais confiáveis, como corretores de imóveis e agentes financeiros que conheçam o processo de compra de imóveis nos Estados Unidos. Dessa forma, evita-se prejuízos vindos de golpes aplicados por criminosos.

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