• Home
  • Blog
  • Entenda de uma vez por todas como validar diploma nos EUA

Entenda de uma vez por todas como validar diploma nos EUA

Entenda de uma vez por todas como validar diploma nos EUA

Entenda de uma vez por todas como validar diploma nos EUA

Validar o diploma nos EUA pode ser o melhor caminho para você que já tem um ensino superior completo no Brasil e deseja morar e trabalhar no país norte-americano. Algumas pessoas até estão dispostas a começar uma nova carreira, mas dependendo da área, é vantajoso continuar com sua atividade, por conta das muitas oportunidades de emprego disponíveis aos graduados. Sem falar que muitos gostam da profissão e/ou já contam com uma certa experiência na área e não estão dispostos a mudar de profissão.

Segundo a Forbes, entre as profissões mais bem pagas nos EUA estão as ligadas à tecnologia da informação, finanças e saúde. Por isso, se você tem um diploma de medicina, economia, enfermagem, odontologia, farmácia, fisioterapia, entre outros, vale a pena optar pela validação. 

Confira agora o nosso passo a passo sobre validar diploma nos EUA e garanta mais tranquilidade na hora de buscar uma posição no mercado de trabalho americano.

Providencie a tradução juramentada de seus documentos

No Brasil, caso um imigrante queira validar seu diploma, ele(a) deve acionar o Ministério da Educação, ou seja, há um órgão governamental específico para lidar com a situação. Já nos Estados Unidos, quem realiza esse processo, chamado Credential Evaluation Service, são empresas privadas, contratadas pelo interessado(a).

Se ainda está se organizando para a mudança, aproveite para providenciar todos os documentos necessários. Para exercer sua profissão em solo americano, é preciso validar o diploma da graduação.

Por isso, informe-se sobre as juntas comerciais do seu estado para saber como proceder. Nelas, você encontra os tradutores juramentados — profissionais habilitados para traduzir documentos oficiais, como certidões e procurações —, que podem lhe ajudar nesse processo.

Na Junta, é possível traduzir não apenas o diploma, mas seu histórico escolar (que contém as notas e médias de todas as disciplinas cursadas), a declaração do conselho regional (caso você esteja inscrito), sua identidade (RG) e certidão de nascimento ou casamento.

No entanto, se você preferir resolver a situação apenas nos Estados Unidos, também é possível — embora seja mais caro. Lá, você pode procurar as universidades; elas detêm uma lista de tradutores que podem dar andamento à solicitação.

Regularize a profissão

Além disso, o país é bem exigente com a “regularização” de seus profissionais, isto é, com seu vínculo a uma entidade reguladora. Para isso, exige-se que seja realizado um exame, que avalia não só os conhecimentos na área de atuação, mas também o grau de proficiência em inglês.

Dessa forma, se ainda não se sente seguro quanto à fala, escrita ou leitura do idioma, prepare-se bastante e dedique-se a aprender, pois é um critério essencial e eliminatório para prosseguir.

Para fazer a prova, é necessário pagar uma taxa. Todo o processo pode levar até 12 meses para ser finalizado e sua validade é restrita ao estado onde o diploma foi reconhecido, ou seja, se iniciou o processo em Ohio, mas pretende se mudar para Flórida, cuidado, pois vai precisar reiniciá-lo (e com alguns possíveis custos extras).

Particularidade para os graduados em medicina

É importante informar que algumas áreas têm particularidades. Por exemplo, se você cursou medicina, não será possível “aproveitar” seu período de residência em nenhum estado americano. Desta forma, será necessário quitar as taxas do United States Medical Licensing Examination — ou USMLE —, que é o documento que valida a prática médica nos EUA, e fazer o agendamento para realizar o teste, que é composto por quatro fases, ao longo do ano.

Todos os participantes devem se preparar muito bem, mas os de medicina têm um peso maior. Não apenas pela profissão, mas devido ao exame, que é mais exigente: uma das etapas consiste na simulação do atendimento de dez pacientes — e, claro, o procedimento é realizado em inglês.

Se o estudante for reprovado, ele não terá outra oportunidade de refazer a prova. A reprovação é definitiva. Uma vez aprovado(a), o candidato é encaminhado para a prática da residência médica. A especialidade não é escolhida só por ele — as instituições que disponibilizam as vagas também influenciam.

Por último, você vai poder solicitar um visto correspondente a sua nova situação nos Estados Unidos (trabalhar e estudar, só trabalhar etc.).

Além de medicina, outros cursos pedem certificação. Conheça os principais:

  • Enfermagem;
  • Odontologia;
  • Nutrição;
  • Psicologia;
  • Farmácia;
  • Fisioterapia;
  • Medicina Veterinária;
  • Ciências Contábeis;
  • Letras;
  • Engenharias;
  • Direito;
  • Serviço Social;
  • Pedagogia.

Adeque a grade curricular

No caso das outras profissões, o processo é relativamente mais fácil. Conhece o processo de transferência de uma instituição de ensino para outra, quando o universitário precisa adequar a grade curricular de acordo com a definida pela atual? Nos EUA, acontece o mesmo.

Então, se você cursou agronomia, por exemplo, e algumas disciplinas estão divergentes das que constam na grade da faculdade americana, é necessário refazer (quando é apenas uma questão de nomenclatura) ou cursar, para inclusão na matriz final.

Prepare-se para estagiar

Outra similaridade com o processo no Brasil é o estágio curricular. O ensino superior americano também faz questão que os estudantes vivam uma experiência no mercado de trabalho antes de se formar. No caso da validação do diploma, é obrigatório participar e ainda fazer um exame final (conhecido como board).

Essa última avaliação tem como objetivo analisar o que o candidato aprendeu durante o curso. Em caso de reprovação, desta vez, ela não é irrevogável. Ele(a) pode tentar outra vez, até alcançar a aprovação e não é preciso cursar as disciplinas novamente.

Se você pretende validar o diploma nos EUA para trabalhar, fique atento quanto às exigências de visto para evitar problemas no futuro. Em alguns casos, quando o candidato já tem uma proposta de trabalho, o próprio empregador se encarrega de custear o processo.

Às vezes, é possível até levar a família para o país — mas, se o visto concedido for o J-1, nenhum parente pode trabalhar e o período máximo de permanência é de 24 meses (ou 2 anos). No entanto, se for contratado(a), esse termo é revogado.

Entendeu como funciona para validar o diploma nos EUA? Esperamos que este texto tenha respondido todas as suas dúvidas! O processo é fácil, só exige paciência, atenção e planejamento financeiro. Lembre-se também de que o nível de inglês exigido é alto. Se não se considera preparado, dedique mais tempo para assegurar que os resultados sejam positivos.

Se deseja mais informações sobre esse assunto e outros pertinentes a imigração para os Estados Unidos, é só entrar em contato com a gente por meio dos nossos canais de atendimento ou redes sociais!