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Conheça as 6 principais dificuldades em imigrar para os EUA

Conheça as 6 principais dificuldades em imigrar para os EUA

Conheça as 6 principais dificuldades em imigrar para os EUA

Quando falamos em morar nos Estados Unidos, muitas pessoas acreditam que existem muitas dificuldades em imigrar para o país norte-americano. Mas será que é tão difícil assim? A resposta é: não!

Contudo, você não conseguirá realizar este desejo de uma hora para outra. Antes, é preciso se informar sobre o processo de mudança de país, quais as opções você tem e se planejar para realizar. Em geral, os EUA estão interessados em pessoas que possam contribuir para a economia/país de alguma forma, portanto, há sim muitas portas abertas a estrangeiros.

Neste texto, vou falar das principais dificuldades em imigrar para os EUA que você pode enfrentar e como superá-las. Meu objetivo é que você consiga começar o seu planejamento e claro, realizar este sonho de viver fora do Brasil.

1. Falta de conhecimento dos vistos disponíveis

A falta de conhecimento dos vistos disponíveis para entrar nos Estados Unidos é uma das principais dificuldades que as pessoas enfrentam. A desinformação pode fazer com que você busque o visto errado e enfrente problemas futuros para regularizar sua situação no país.

Tudo bem você entrar nos EUA com um visto e depois mudar de ideia, entretanto, isso pode custar tempo e dinheiro de forma desnecessária. Muita gente tem condições de já imigrar com um visto que dá direito ao Green Card e acaba perdendo tempo com vistos temporários.

Então, saiba que existem dois tipos de visto: os imigratórios e os não-imigratórios. Os não-imigratórios são os vistos que você obtém para passar um tempo nos EUA e depois retornar ao seu país de origem. São os vistos de turista, estudante, intercambista e alguns de trabalho.

Eles geralmente têm data de validade e restrições, como o de estudante que não permite que você trabalhe mais que 20 horas por semana, ou o de turista que não lhe dá permissão para estudar ou trabalhar.

Para conseguir esses vistos, em geral, os requisitos são menores, mas ainda existem. O principal é que você demonstre que vai voltar ao Brasil quando certo período acabar. No entanto, você poderá mudar de ideia depois e conseguir o Green Card posteriormente. Para isso, é preciso cumprir os requisitos dos vistos imigratórios e não ficar ilegal nos EUA, fazendo extensão do seu visto se necessário.

Já os vistos imigratórios são as permissões utilizadas por quem tem a intenção de morar nos Estados Unidos. Atualmente, os motivos para os EUA aceitarem imigrantes estão relacionados a vínculo familiar, ou então a sua atividade profissional e ao que pode contribuir para o país.

Se você tem formação superior e experiência de trabalho pode considerar um visto imigratório. Por exemplo, o EB-2 NIW tem sido muito utilizado por profissionais das áreas de Saúde, Engenharia e Tecnologia porque há um deficit de mão-de-obra nessa área no país.

Você encontra muita informação sobre o visto desejado tanto na página do serviço de imigração americano (em inglês), quanto no site do Consulado Americano no Brasil. Lá você verá quais documentos são necessários e os requisitos para cumprir em cada visto.

2. Não saber nada de inglês

Se mudar ou viajar para os EUA sem saber falar ou entender nada de inglês dificulta muito a sua adaptação. É claro que você pode conseguir se virar sabendo algumas frases e palavras. Mas a verdade é que se a sua intenção é se mudar para os EUA, falar inglês é um ponto que vai facilitar muito a adaptação. 

Mesmo em cidades como Orlando, Miami e Los Angeles, onde muita gente fala espanhol, não saber nada de inglês vai dificultar em várias das suas atividades no país. Desde atividades corriqueiras, até trabalho, questões de banco, compra de bens etc. 

Então, comece a aprender e quando chegar a hora, não tenha vergonha de falar ou de pedir para que falem mais devagar. Os americanos, em geral, são bem educados e compreensíveis com os imigrantes que ainda não são fluentes. 

3. Desconhecer como exercer sua profissão

Outra coisa que você precisa entender é que, dependendo da sua profissão, não basta estar nos Estados Unidos para poder exercê-la. Você pode ter que cumprir requisitos para conseguir a sua licença e um emprego na área.

Além disso, muita gente, visando contornar as dificuldades em imigrar, se dispõem até a trocar de profissão. Outras, por trabalhar com algo pouco valorizado no Brasil nem cogitam a possibilidade. Mas a dica é: pesquise sobre sua área nos EUA.

A questão é que algumas profissões até facilitam os pedidos de vistos e Green Card, como enfermagem e fisioterapia. Isso acontece porque há uma falta de mão-de-obra no país, levando diversas empresas a contratar estrangeiros. Para ser enfermeiro ou fisioterapeuta é preciso validar o seu diploma, e muitos brasileiros já realizaram esse processo.

Vale mencionar também que se você não tem uma formação superior, buscá-la pode ser o primeiro passo para imigrar para os EUA. Como dito anteriormente, a América está interessada em pessoas que possam contribuir de alguma forma para o desenvolvimento do país, então, qualificação profissional é essencial.

 

4. Adaptação

Agora falando da adaptação, muita gente acaba se esquecendo, ou não entendendo, que mudar de país é se inserir em uma cultura completamente diferente. Mesmo que você more numa cidade com muitos brasileiros, você está em outro país e os brasileiros são minoria.

Tenha em mente que tudo é diferente. O trânsito, as leis, os costumes, as relações sociais, até uma ida ao mercado será diferente. Além disso, nos EUA os serviços são caros, então, dependendo da sua condição financeira, você mesmo terá que limpar sua casa, cozinhar, fazer consertos etc. Não é como no Brasil que você “chama seu vizinho que mexe com isso” para resolver algo que quebrou em casa. 

Outra dica é evitar ficar comparando com o Brasil, porque quando falamos em cultura, não existe melhor ou pior, mas sim diferente. Também não espere mudar a realidade: é você quem precisará se adaptar. Quanto antes você aceitar isso, melhor será a sua adaptação no novo país.

 

5. Não se preparar financeiramente

Imigrar para os Estados Unidos exigirá um investimento financeiro. E digo investimento porque você será recompensado em diferentes formas, desde qualidade de vida, até em questão de ganhos mesmo.

Se organize com antecedência porque você terá custos com o processo do visto, validação de diploma (se for o seu caso), fora a viagem, o tempo de adaptação e tudo mais. 

O costume dos americanos é pagar a vista ou parcelar no cartão, mas como imigrante recém-chegado você não terá um bom crédito nos bancos americanos. Além disso, não é tão comum parcelar compras pequenas como fazer no Brasil. 

 

6. Não ter planejamento ou um plano de ação

Com os tópicos anteriores sobre dificuldades em imigrar já ficou claro que será preciso planejamento e um plano de ação, certo? Para isso, o primeiro passo você já deu, que é pesquisar e ler conteúdo de qualidade sobre o assunto.

Busque entender todos os aspectos que envolvem o seu caso. Você conseguiria um emprego nos EUA? Como? Esse emprego poderia patrocinar seu visto? Que tipo de visto? Quais as suas opções? Um advogado de imigração poderá ajudá-lo caso solicite um visto imigratório e uma consultoria pode auxiliar no processo de mudança de forma geral.

Portanto, as principais dificuldades em imigrar estão na falta de conhecimento dos vistos, trabalho e adaptação. Os Estados Unidos são um país receptivo a imigrantes, mas tem exigências que precisam ser cumpridas. Se você tiver conhecimento e um bom planejamento, sua mudança tem muitas chances de dar certo.

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